Me fizeram refletir:

1- 13 coisas para pensar quando a vida estiver difícil – no Penso Positivo

2- Hoje sou feliz e não preciso publicar nas redes sociais – no A Mente é Maravilhosa

3- Tempo é (muito mais que) dinheiro – no Vida de Yoga

4- Deixe a luz passar – no Simples Propósito

5- Ser – no Uma Jornada Interior

6- Minimalismo em ação, hora de avançar – no Nada de Compras

7- Tenho preguiça de quem tem sempre razão – no Conti Outra

Gratidão!

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Tenha a SUA experiência…

Há algum tempo, venho refletindo sobre a importância de cada um ter a própria experiência em relação a qualquer aspecto da vida.

O que isso quer dizer?

Significa não aceitar a experiência de outra pessoa como verdade absoluta, sem se permitir experimentar o novo e o diferente.

Se a pior coisa que pode acontecer é você não gostar, então está tudo bem!

Digo isso, pois em várias ocasiões já me percebi querendo desistir de alguma vivência, simplesmente pelo fato de um outro alguém ter tido um momento negativo em tal vivência. Nessas circunstâncias, cabe uma dose de distanciamento para saber discernir o que pertence à existência do outro e o que pode pertencer à sua existência. Afinal, somos diferentes, sentimos coisas de forma diferente, pensamos de maneiras distintas e temos histórias de vida completamente diversas.

Essa reflexão chegou até mim, mais uma vez, após pesquisar determinado ponto turístico e verificar variados comentários negativos acerca dele (“tem ladrão, é feio, é sujo e bagunçado”). Isso fez com que, por pouco, desistisse de viver o que achava que deveria. Fui lá, portanto, ter a MINHA experiência e tirei a minha própria conclusão: o tal lugar é bastante diferente de tudo aquilo que estou acostumada a frequentar, repleto de cultura local, divertido e curioso. No fim das contas, eu amei o passeio e recomendaria para aqueles que se interessam em conhecer a cultura de um lugar (em todas as suas nuances) e não apenas ver o que é belo e arrumadinho.

Mais uma vez, a vida me puxou de lado e me falou o quanto que é rico se permitir. Não dói não gostar do sabor da comida, não gostar da nova paisagem, não gostar do tipo de música ou das pessoas que frequentam determinado ambiente. O lado bom disso tudo é que você terá mais uma história para contar, mais uma vivência na mochila para guardar e mais uma experiência que te agrega conhecimento acerca de algo.

Que não sejamos tão rígidos com o que acreditamos ser bom ou ruim, certo ou errado. Já dizia um professor: “experimente olhar pela janela”. Talvez encontre coisas surpreendentes lá fora.

Que tal sair um pouco do seu quadrado?

Que tal se deixar ter flexibilidade e abertura para o desconhecido?

O nosso mundo interior cresce.

Namastê!

Fragmentos

“Nenhuma ideia criada por outra pessoa ou por mim tem tanta autoridade quanto a minha experiência.” – Carl Rogers

“O ser humano possui um grande valor… por mais que o rotulem e o avaliem, ele continua sendo, acima de tudo, uma pessoa.” – Carl Rogers

“O processo da vida plena… significa lançar-se de cabeça no fluxo da vida.” – Carl Rogers

“Mesmo uma pessoa que não tem mais nada neste mundo ainda pode conhecer a felicidade.” – Viktor Frankl

“As pessoas e as coisas não nos aborrecem. Em vez disso, nós nos aborrecemos ao acreditar que elas tem o poder para isso.” – Albert Ellis

O LIVRO DA PSICOLOGIA

Me fizeram refletir:

1- As catástrofes que você imagina talvez nunca aconteçam – no A Mente é Maravilhosa

2- Ideias para criar um mural de inspiração – no Desassossegada

3- Faça um inventário de seus dons e desejos – em Bons Fluidos

4- A relação entre Yoga e Meio Ambiente – no Vida de Yoga

5- Como um sonho pode sair do papel? – no Viver Sem Pressa

6- Por que estamos, o tempo todo, com essa sensação de que deveríamos estar fazendo mais? – no Crise de Estudante

7- Complexo de inferioridade – no Uma Vida Mais Simples

Gratidão!

 

A saudade

Ainda estou com restos da viagem que fiz por 2 semanas. É sempre assim.

A saudade vem gostosa, repleta de boas memórias, que ficarão registradas na vida como dias valiosos.

Nos períodos de transição e passagem, eu prefiro viagens a festas.

Com 15 anos foi assim. Quando ingressei em uma universidade pública foi mais ou menos assim. E quando formei, porque seria diferente?

Nessa brincadeira, estive na Alemanha no inverno, sentindo um frio de -8 graus Celsius, estive na Alemanha no verão, admirando flores coloridas e um sol que só ia embora depois das 20, ou 21, ou 22 hrs. Nessa brincadeira, estive por 1 semana viajando de caminhão pela Suíça. Nessa brincadeira, acampei na Itália e realizei o sonho de conhecer a tão falada Paris, que me fez perceber que nem tudo o que reluz é ouro. Nessa brincadeira, assisti um tango na Argentina e me deliciei andando na rambla uruguaia.

Da existência não levamos nada. Sabemos. O que permanece até o último suspiro é a lembrança de um tempo que não mais está, permanecem as sensações, os gostos, cheiros e paisagens, permanece o que foi feito, as marcas que registramos por aí nas pessoas e no mundo.

Que saudade dos momentos vividos dias atrás. Saudades de ver as nuvens de perto, de segurar firme a mão de quem amo, da sensação de “cheguei em um lugar novo”. Saudades dos planejamentos, das expectativas, de me perder e me encontrar nas ruas, dos sabores diferentes, do encantamento e das risadas. Saudades de um passarinho ladrão que não tinha medo de humanos, roubando várias batatas da mesa dos tais humanos. Saudades do cansaço, do frio, da natureza de lá e das feiras repletas de cultura local.

Enquanto houver sangue pulsando nas veias, enquanto houver vida no ser e enquanto houver uma Cecília forte e saudável, haverá saudade, memórias fortes e bonitas, haverá sempre um novo lugar para conhecer e experimentar. Haverá a certeza de que “apesar de”, vale muito a pena viver e acima de tudo ser grata, por cada segundo e respiração.

Um brinde a existência!
Namastê!